Política para as mulheres e diversidade

Ao analisarmos os diversos problemas enfrentados hoje em dia pelas Brasileiras, percebemos que a falta de políticas especificas que contemplem as Mulheres em sua totalidade, apresenta-se como uma das mais graves. Apesar dos avanços já alcançados, a pauta ainda assume uma posição vergonhosa dentro dos espaços institucionais, de representatividade e de poder. Essa questão torna-se complexa, pois está relacionada a uma construção histórica que minimiza e obscurece a luta das Mulheres por valorização, equidade, liberdade, participação e fortalecimento de direitos, perfazendo um conjunto de tristes realidades, que revelam claramente o desrespeito e a falta de comprometimento com as nossas pautas e os nossos direitos. As condutas adotadas pelos governos atuais ameaçam a continuidade e o necessário aprofundamento de tais políticas públicas voltadas às mulheres. Diante de tal situação, precisamos, ainda, percorrer um árduo caminho para que possamos ter uma cidade que veja as políticas para as Mulheres com a seriedade merecida. Sendo assim, a valorização das políticas afirmativas, o fortalecimento da participação das mulheres, o comprometimento com suas lutas, além de um melhor planejamento dos recursos aparecem como estratégias importantes, para transformar essa política eficiente e eficaz, contemplando a mulher em sua plenitude.

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  • Consolidar, ampliar, divulgar e qualificar os serviços de atendimento às mulheres vítimas de violência;
  • Realizar atendimento integral, humanizado e de qualidade às mulheres em situação de violência, além de ações que visem reduzir os índices de violência contra as mulheres;
  • Ampliar as campanhas de combate à violência contra a mulher e os serviços de atendimento às vítimas;
  • Criar o Centro de Referencia Para Mulher e vítimas de violência. Desenvolver ou ampliar programas e serviços que contribuam para a reestruturação da vida das mulheres que sofreram violência doméstica. Implantar as medidas previstas na Lei Maria da Penha;
  • Realizar formação permanente dos servidores nas questões relacionadas aos direitos humanos, visando um atendimento que elimine qualquer manifestação de discriminação;
  • Promover ações que valorizem a cultura afro-descendente, contribuindo com o debate sobre o enfrentamento à intolerância.
  • Violência contra a diversidade ;
  • Cultura da diversidade;
  • Fortalecer as ONGs que atuam diretamente com a comunidade da diversidade.
  • Curso profissionalizantes direcionados para as mulheres;
  • Empreendorimos para as mulheres;
  • Implementação do planejamento familiar da saúde.

Comitê Central 19

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